POESIALUCINOGENACONTADA
Quente. Calor entorpecente
Nas três mãos suadas da gente
Juntas, formando quatro superfícies.
Em Londres, o frio anestésico
Mostra fúria e poder gélidos
Escondendo as seis mãos monolíticas
Em luvas, no bolso ou cerradas.
Aqui no México, separadas
Das luvas, unidas às mãos.
Entorpecente furioso, pai e mãe
Experimentaram, enquanto el brujo
O filho carregava ao seu cuidado.
John e Anna viam quatro,
Cada um tinha quatro,
Mãos e pés, mas não iguais
Em “duas duplas de dois” – riram !
Consciente John, e Anna no momento
Às vezes subconsciente
em quatro pares
De combinação super cientes em
Jc-Ac
Jsc-Ac
Jc-Asc
Jsc-Ac
Viam tudo com os olhos da percepção
........ Abertos, mas não tão abertos para ver o infinito que é grande. Acredite !
Abertos apenas em dois.
O Consciente abraça o seu par noturno.
Ela tornou-se intensificada
Com cores fantásticas
De um mundofluido de sonhos
Abarcam em vigília
A dividir a mente.
Tantos sons no deserto.
OUÇA !
OUÇA !
OUÇA !
E agora John e Anna voltaram
A ser dois e receberam de volta
O filho do brujo. Voltarão
A Londres os três, modificados.
Os pais fundiram-se novamente.
Consciente e subcosnciente
Vigília e grande sonho da gente
Adormecidos pela ocidental tradição
Acidental tradução não ocorrerá
Alberto, o filho, sabe do dia a vir
Ao México, ao brujo nagual retornará.
Aberto à percepção será no dia
Da iluminação. Suas consciências
Reunirá com el brujo, como em seus pais.
No frio de Londres, as seis mãos
Juntas, em três pares guardados
Nas luvas, não mais separadas.
O frio anestésico
Com seu poder gélido
Em ventos a esmo.
Cortam a pele, do rosto a rachar.
As luvas não mais separam
O Eu mesmo !











